Fundo de emergência - dica poupança
Antes de contar a minha experiência, para quem não souber o fundo de emergência é o montante aconselhável de poupança que se deve ter no mínimo.

Depois vêm as questões:
para quê?
O objetivo é ficar salvaguardado em caso de acidente, doença, despedimento, avaria de eletrodomésticos, de carro...
quanto?
Vi há uns anos num programa dos EUA a dizer 6 a 8 salários, pois em situação de desemprego esta seria a média até encontrar novo emprego. Por cá a Deco aconselha 5 a 6 salários.
Já encontrei outras informações como o fundo de emergência pode ser o equivalente a 6 meses de despesas, em vez de 6 salários.
quando?
Assim que se começa a trabalhar. Devemos portanto ensinar os nossos jovens a guardar 5 a 10% do seu salário para este fundo.
580€ salário mínimo (em 2018, ignoremos subsídios e impostos), 5% é igual a 29€/mês de poupança...vamos demorar 10 anos até ter o fundo de emergência ok para 6 meses...o que pode ser desencorajador...se passarmos a poupança para 10%, serão 5 anos...
o ideal é juntar o quanto antes e depois enriquecendo esse fundo com o hábito do 5% ou 10%.
Lembro-me quando estava em estágio (6 meses) ganhava 300€...depois comecei a trabalhar e morava com a minha irmã, ganhava à volta dos 600€. Estive lá por 6 meses, ao fim desse tempo aventurei-me e aluguei uma casa no centro do Porto por 250€/mês, assumi as despesas da casa, as viagens de comboio até Aveiro, e alguma mobilia.
Resumindo...preparei parte desse fundo quando ainda não tinha quase despesas...hoje em dia fica mais dificil...mas havendo rigor...retira-se para logo a seguir ir repondo!
Estando este ok, partimos para outros objetivos...uma grande viagem? um carro novo?uma casa?